Postagens

Mostrando postagens de agosto, 2025

Soltando os traços

Imagem
Desenho de um objeto mecânico realizado através da observação. Optei por representar uma máquina de escrever, por se tratar de algo não convencional e bem antigo. Essa atividade, assim como a de observação realizada em sala são fundamentais para ajudar a superar o medo de desenhar.    

Uma crítica aos trípticos

Imagem
 Análise dos trípticos - Luisa Tiemi   Aqui o tríptico é primariamente baseado em formas geométricas e linhas. As fotografias utilizam um alto contraste em preto e branco para acentuar a interação entre luz e sombra, transformando o que poderia ser uma maquete ou um objeto em uma paisagem abstrata e permitindo uma imersão. Apesar de todas apresentarem formas geométricas bem formadas as imagens não apresenta uma continuidade visual direta, ou seja, elas funcionam individualmente. A última imagem, destoa um pouco do restante da composição principalmente pelo excesso de partes pretas. Ainda assim, as formas, a distribuição de luz e sombra impede que as imagens pareçam caóticas, trabalhando muito bem a ideia de luz e sombra. As linhas diagonais e verticais criam uma sensação de dinamismo e profundidade e as vezes geram uma estranheza e curiosidade pela falta de simetria entre as linhas.    Este já apresenta uma proposta mais orgânica e dinâmica. Enquanto o primeiro ...

Observando...

Imagem
Esse foi o resultado dos desenhos realizados na aula de observação. Tivemos que desenhar nossos pés, nossa mão fechada e uma garrafa, cada um com sua complexidade. Foi bem interessante principalmente porque a gente não podia usar borracha, espero ir me aprimorando ao longo do curso !!

Luz, sombra, reflexo e transparência!

Imagem
Momento de expressar a arte por meio de sombras, luz e agora reflexo e transparência !! Atividade realizada em casa com aplicação de novas técnicas  Após a criação dessas novas fotografias, tivemos a oportunidade de buscar melhorias na técnica que aplica somente luz e sombra em um objeto feito somente com papel!      

Objeto, luz e sombra

Imagem
Objeto pensado para criação de fotografias utilizando luz e sombra. Mesmo sem muitas informações sobre a técnica foi bem interessante cria-lo, ainda que o resultado não ter saído da maneira que havia idealizado.    

Os fotógrafos !

Imagem
Pesquisa sobre a história e forma de se expressar de alguns fotógrafos escolhidos pelo grupo 7    Marianne Brandt - foi uma pintora, fotografa e designer da Bauhaus especializado em metalurgia. Costumava fazer fotografias que apresentavam ângulos incomuns — em particular, autorretratos — e reflexos desorientadores e distorcidos em superfícies de vidro e metal. A fotografia escolhida é um autorretrato da artista, com sua marca registrada, que traz um toque interessante e intrigante à imagem e é possível observar um contraste entre as cores  Michel Wolf - foi um artista e fotógrafo alemão que retratou a dura realidade das pessoas que viviam nos densos edifícios de grandes cidades, especialmente em Hong Kong e Paris. Ele sabia capturar essas construções com técnica, ao mesmo tempo em que evidenciava a individualidade dos cidadãos. A fotografia foi escolhida pelo grupo por ser simples, mas ao mesmo tempo complexa, representando tudo o que eles queriam transmitir   ...

EAD aos meus olhos

Imagem
Pequenos detalhes registrados por mim, junto à foto escolhida pelo meu grupo para a dinâmica realizada com a sala na nossa primeira aula de AIA !                                                                                                 

Uma mera tentativa de planta baixa

Imagem
Essa foi minha primeira tentativa de planta baixa do primeiro pavimento da nossa escola de arquitetura. Confesso que me perdi nas linhas e o resultado ficou meio sem sentido e completamente desproporcional, mas apesar disso e do pouco tempo (apenas 10 minutos), foi uma experiência bem legal de colocar no papel o que lembrava do espaço.

Prazer, Maria!

Imagem
Oiii! Meu nome é Maria Eduarda Brandão dos Santos, tenho 18 anos e sou estudante de Arquitetura e Urbanismo na UFMG. Nasci em BH, mas sempre morei em Santa Luzia. Desde pequena, me perguntava como as casas ficavam de pé e como meu pai entendia tantas linhas e cálculos (ele é eletricista). Mesmo assim, diziam que eu seria médica.  No ensino médio, entrei no IFMG da minha cidade, em um curso na área da construção civil, sobre o qual eu mal sabia do que se tratava. Eu estava completamente perdida em relação à escolha do meu curso. Lembro que estava na moda colocar caixinhas de perguntas para os seguidores falarem qual profissão a pessoa parecia ser, e entre muitas respostas eu li: “podia vir fazer arquitetura”. Ri e desprezei completamente aquele comentário, porque pensava que era só desenhar — e como eu sou uma negação desenhando, não me parecia a melhor das ideias. Mas, por algum motivo, eu não descartei essa opção.  Com o tempo, fui me encantando pela forma como a arquitetura ...